Falando demais

Falar muito tornou-se uma característica peculiar das mulheres, porque nós adoramos falar, falar, falar… rsrsrs… claro, há homens também que falam muito mas são poucos. Mas, independente do sexo que você seja pagará sempre um preço alto por falar demais, falar o que pensa, falar sem pensar…
Antes de escrever este artigo, me deparei com o de outro blog (clique aqui e confira!) onde um diretor de novelas da afamada Globo foi condenado a mais de dois anos de prisão por racismo. Sim, isso mesmo: racismo; chamou um técnico de iluminação que trabalhava em uma de suas peças de “preto fedorento que saiu do esgoto com mal de Parkison”. Não sei em quais circunstâncias o referido diretor se encontrava, porque muitas vezes quando estamos de cabeça quente acabamos falando coisas que não falaríamos se estivéssemos de cabeça fria. Presenciei um episódio durante esta semana que me fez pensar o que leva uma pessoa a dizer certas coisas com a cabeça quente: numa discussão no centro infantil onde faço estágio, uma pedagoga chamou uma estagiária de “fruta podre” por causa de postura fora de lá. Dentro do centro essa estagiária exerce com plenitude a sua função, sempre foi elogiada pelas colegas e até por funcionárias da cozinha e da limpeza e a pedagoga incomodada com sua “luz”, não tendo com o que ataca-la, usou o que ela faz fora do portão: sai com as amigas para beber, conversar, não tem “papas na lígua”, é “sedutora” com o sexo masculino.
Se começarmos a analizar, quantas coisas são ditas (e malditas) em discussões. Essa estagiária se sentiu muito mal com as palavras, mas depois que a poeira abaixou, passamos a dar  muitas risadas sobre a situação (sobre o ciúmes e inveja da referida pedagoga). Todos temos liberdade de exprimir tudo o que temos vontade, mas devemos sempre lembrar de que “quem fala o que quer, ouve o que não quer.”
Excelente semana a todos… bjsssss
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