Arrumei um "Paitrocínio" e agora encaro a academia – Perdendo para Ganhar!


Hoje eu venho trazer ótimas notícias em relação ao desafio que abracei pela minha saúde e bem-estar. Minha mãe veio de São Paulo passar alguns dias em nossa companhia e ficou contente em me ver me alimentando melhor e fazendo caminhadas. E eu estava me sentindo super bem caminhando todos os dias porque estava me sentindo mais disposta. O percurso de 2 Km que no início levava mais de 1 hora pra completar, já estava levando 1/2 hora, mas no fundo eu sentia que só me ajudava mesmo na disposição e não no emagrecimento.

Depois do seu retorno a São Paulo, meu pai me ligou dizendo que estava contente em saber que eu estava caminhando mas me perguntou porque eu não fazia academia. Ele já estava fazendo e emagrecendo e seria uma boa pra mim. Então, veio a surpresa: ele me deu a mensalidade da academia! / / 

E semana passada eu comecei. E vou relatar aqui como foi para que vocês acompanhem:


1º dia: estava bem entusiasmada, afinal é o primeiro dia. Difícil segurar a ansiedade porque acabo achando que vou emagrecer tudo em uma semana (desejo de 10 entre 10 que passam a frequentar a academia). Não sofri muito pois como já estava caminhando a um mês estava com um bom condicionamento físico. Senti que o personal trainer da academia estava meio perdido comigo kkkkkkkkk mas tudo bem. Fui pra casa só o pó mas muito contente pelo primeiro dia.

2º dia: dormi muito mal, revirei a noite na cama. Achei que ia dormir, aliás iria apagar literalmente. Amanheci sentindo dores nos braços e nas pernas. Meu marido me disse pra não ir à academia por causa da dor, mas se toda vez que eu senti dor parar, sei que vou me desmotivar e acabar desistindo. Fui e fiz uma hora de esteira. Conversando com o Agnaldo, o personal trainer, decidimos que às segundas, quartas e sextas farei musculação e às terças, quintas e sábados farei 1 hora de esteira ou ergométrica. Já fui pra casa mas não tão exausta como no dia anterior. Mas durante a noite não dormi bem, acordando várias vezes com o ruído de qualquer barulho.

3º dia: acordei menos dolorida e fui super animada para a academia. Fiz meia hora de esteira e qdo terminei, pedi ao personal que pegasse leve comigo mas ele não me levou a sério rsrs. Comecei a musculação trabalhando os membros superiores, mas quando comecei  a série com os inferiores (exercícios para os glúteos – adoro), comecei a sentir um mal-estar. Senti dores nas coxas, náusea e dor na nuca: pela primeira vez em anos tive um “pico” de pressão. Fiquei um tempo parada, respirando fundo, até me sentir melhor e ele me dispensou. Confesso que saí de lá frustrada comigo. A náusea persistiu por mais alguns minutos. Depois que cheguei em casa, tomei um bom banho quente e fui me aquietar. Outra noite acordando por qualquer barulho.

4º dia: foi o pior dia da dor até agora. Senti tanta dor nas coxas, que mal conseguia andar. Fiquei toda travada. Não tinha condição de ir até a academia fazer uma hora de esteira. À tarde fui no supermercado com meu marido e senti que estava andando mais ereta: parece que a musculação está me ajudando na postura (/ / /). Ao andar até o mercado e voltar pra casa, senti uma melhora nas pernas que veio a piorar a noite… sempre a noite na hora de dormir.

5º dia: Consegui dormir melhor que as outras noites. As dores na coxa permaneceram, só que mais leves. Quando fui na academia e disse ao personal das dores que senti (e ainda sentia), hoje só trabalhamos os membros superiores. Apesar de ter chegado lá com as pernas doloridas, saí de lá com menos dor. Acredito que seja porque o corpo “esquentou” durante a musculação. Percebi também que aumentou a minha velocidade na esteira: na segunda-feira caminhei 4.1Km/H (segundo a medição da própria) e hoje eu consegui fazer 4.7Km/H com êxito. À noite fui com os meninos dar umas voltas no centro da cidade (uma boa caminhada de casa até o centro e vice-versa) e resolvi me pesar na balança que tantas vezes subi e chorei. Fiquei feliz ao constatar que fui do 121.800 para 120.300. Não é muito, mas é uma vitória a ser comemorada!


O Agnaldo me orientou a passar no médico (endocrinologista, cardiologista) e comprar um frequencímetro. Sim, comecei a frequentar a academia sem passar no médico antes porque se eu deixasse pra depois eu desanimava, mas esta semana corro atrás disso. Agora preciso comprar logo esse frequencímetro.


O frequencímetro é um equipamento que possui um sensor que registra os batimentos cardíacos e é um equipamento essencial para quem pratica atividade física pois pode-se controlar a intensidade do exercício físico.

Esse frequencímetro, como o da foto acima, vem com uma fita que fica presa ao tórax e transmite a frequência ao relógio. Existem vários modelos à venda, desde aqueles que marcam hora, data, cronômetro e frequência, até modelos sofisticados que acumulam diversos dados, calculam gasto calórico  e transmitem os dados para um programa no computador onde é possível visualizar gráficos de desempenho. 

Com o uso do frequencímetro você garante que o seu coração está trabalhando em níveis seguros, garante que o trabalho realizado é suficiente para melhorar a sua performance e também garante que a sua frequência cardíaca está numa faixa que faz o seu corpo usar, predominantemente, gordura como substrato energético.

Ainda estou na fase de pesquisa de preço para comprar. E é lógico que assim que eu adquirir e usar estarei falando aqui pra vocês o que eu achei!

Até a próxima!





Fonte pesquisada sobre frequencímetro: Academia Arena
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